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Meta quer dobrar ou triplicar produção de óculos inteligentes

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A Meta está avaliando uma expansão agressiva na produção de seus óculos inteligentes, sinalizando uma mudança ainda mais clara de prioridades dentro da empresa. Segundo uma reportagem recente da Bloomberg, a Meta e sua parceira EssilorLuxottica discutem dobrar — e possivelmente até triplicar — a capacidade anual de produção dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta até o final de 2026. O movimento ocorre em meio ao crescimento do interesse do consumidor por dispositivos vestíveis com inteligência artificial e ao mesmo tempo em que a empresa reduz investimentos em realidade virtual tradicional. Caso as negociações avancem, a capacidade anual pode chegar a 20 milhões de unidades, com a possibilidade de ultrapassar 30 milhões se a demanda continuar forte, consolidando a Meta como líder antecipada nesse mercado antes da chegada de concorrentes como Apple e Google.

Escala de produção em rápida expansão

De acordo com fontes ouvidas pela Bloomberg, a Meta sugeriu elevar significativamente a capacidade produtiva dos óculos inteligentes em parceria com a EssilorLuxottica, controladora da Ray-Ban. Em fevereiro de 2025, a fabricante já havia anunciado planos para alcançar 10 milhões de unidades anuais até o final de 2026 — um salto expressivo em relação às cerca de 2 milhões de unidades vendidas desde o lançamento da primeira geração em 2023.

Agora, esse número pode dobrar para 20 milhões, ou até triplicar para mais de 30 milhões, caso a demanda se mantenha elevada. As discussões ainda não foram finalizadas, mas indicam confiança crescente no segmento.

Portfólio atual de óculos inteligentes

Atualmente, Meta e EssilorLuxottica comercializam dois tipos principais de óculos inteligentes: modelos focados em inteligência artificial baseada em áudio, inspirados em armações da Ray-Ban e da Oakley, e o Meta Ray-Ban Display, que incorpora uma tela colorida integrada à lente direita.

Entretanto, a Meta suspendeu temporariamente o lançamento internacional do modelo Display, vendido por US$ 800, que deveria chegar a mercados como Reino Unido, França, Itália e Canadá. Segundo a empresa, a decisão se deve à “demanda sem precedentes e ao estoque limitado”.

Mudança estratégica dentro da Meta

O aumento do investimento em óculos inteligentes acontece paralelamente a cortes internos. Segundo o New York Times, a Meta está demitindo cerca de 10% da equipe da divisão Reality Labs XR, reforçando a percepção de que a empresa está redirecionando recursos da realidade virtual e do metaverso para inteligência artificial e dispositivos vestíveis.

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