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Fim Horizon Worlds VR: Meta Encerra Suporte no Quest em Junho

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O que era para ser a pedra angular da visão de Mark Zuckerberg para o futuro digital está mudando de rumo permanentemente. O fim Horizon Worlds VR foi confirmado para o dia 15 de junho de 2026, data em que a Meta removerá completamente o aplicativo da loja do Quest. Após anos tentando estabelecer a plataforma como o ponto de encontro definitivo da realidade virtual, a empresa decidiu focar quase exclusivamente na versão mobile, citando a necessidade de maior retenção de usuários. A partir de 31 de março, mundos icônicos como Horizon Central e Baía Bobber já não estarão mais disponíveis para novos downloads no headset. Esta decisão acompanha o fechamento recente do Horizon Workrooms e sinaliza uma reestruturação profunda na divisão Reality Labs. Embora a Meta continue investindo em novos hardwares — como o sucessor do Quest 3 e o leve projeto “Phoenix” — a experiência social imersiva que definiu a mudança de marca do Facebook para Meta em 2021 agora busca sua sobrevivência nas telas dos smartphones, deixando órfãos os entusiastas que acreditavam em um metaverso puramente VR.

Cronograma do Encerramento
Fique atento às datas críticas para não perder o acesso aos seus dados:

24 de Março: Remoção das capturas espaciais de “Hiperpaisagens”. O compartilhamento e experiências conjuntas serão desativados.

31 de Março: Mundos e Eventos deixam de estar disponíveis na Loja do Quest (incluindo Arena de Eventos e Kaiju).

15 de Junho: Remoção total do aplicativo Horizon Worlds da biblioteca do Quest. O acesso via VR será encerrado de forma definitiva.

O fim Horizon Worlds VR não significa o fim da marca Horizon, mas sim uma admissão de que a barreira de entrada dos headsets ainda é alta para o consumo social de massa. Ao migrar para o mobile, a Meta espera capturar o público jovem que já habita plataformas como Roblox e Fortnite. No entanto, para a “Elite VR” e os pioneiros que investiram tempo construindo mundos imersivos, a notícia soa como um abandono da promessa original da computação espacial.

Internamente, a Reality Labs passou por cortes de 10% em sua equipe de XR e o fechamento de três estúdios próprios. Essa “limpeza de casa” sugere que a Meta está parando de tentar fazer tudo sozinha para focar no que faz de melhor: hardware e infraestrutura. Com dois novos headsets no horizonte, incluindo um modelo fino e leve (Meta Quest Air) que se conecta a um processador externo, a empresa parece estar movendo suas fichas para a Realidade Mista e produtividade, deixando o “social casual” para os dispositivos que as pessoas já têm no bolso. O Horizon Worlds no mobile será o teste real para saber se a plataforma possui um valor intrínseco além da novidade do VR ou se era apenas uma demonstração técnica de luxo que não conseguiu escalar.

A grande polêmica reside na preservação digital. Milhares de criadores dedicaram anos construindo mundos no Horizon Worlds VR. Com o encerramento da versão para Quest, muitos temem que suas obras percam a essência imersiva ou se tornem inacessíveis, gerando uma onda de protestos sobre a volatilidade de construir em “terrenos alugados” dentro de plataformas proprietárias.

Você acha que o Horizon Worlds terá mais sucesso no celular ou o encerramento no VR é o começo do fim para o metaverso da Meta? Deixe sua opinião nos comentários!

Você sabia? O Horizon Worlds foi o motivo oficial para a mudança do nome do Facebook para Meta em 2021, simbolizando a aposta total na realidade virtual!

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