O serviço de assinatura Horizon+, da Meta, ultrapassou a marca de 1 milhão de assinantes ativos em 2025, segundo dados divulgados pela empresa. A plataforma, voltada para usuários de headsets da linha Quest, oferece acesso a um catálogo crescente de jogos de realidade virtual mediante pagamento mensal de US$ 8.
Com cerca de 100 títulos disponíveis entre produções principais e independentes, o serviço inclui alguns dos jogos mais populares da plataforma. Entre eles estão experiências premium como Asgard’s Wrath 2, Assassin’s Creed Nexus VR e Pistol Whip, além de jogos voltados para fitness, social e simulação. O crescimento do catálogo, aliado à inclusão de novos títulos regularmente, reforça o posicionamento da Meta em expandir o consumo por assinatura no segmento de XR.
Além do acesso ao catálogo rotativo, os assinantes do Horizon+ recebem dois jogos por mês, selecionados pela Meta. Após o resgate, esses títulos permanecem vinculados à conta enquanto a assinatura estiver ativa ou caso seja renovada no futuro. Essa estratégia combina elementos de bibliotecas sob demanda e programas de fidelização, incentivando a permanência dos usuários.
Do ponto de vista financeiro, 1 milhão de assinantes representa uma receita anual próxima de US$ 100 milhões, considerando a permanência ao longo do ano. Embora novas compras dos headsets Quest 3 e Quest 3S incluam três meses de Horizon+, não está claro se esses usuários promocionais estão contabilizados no total divulgado.
A Meta também abriu, em outubro, o processo de inscrição para desenvolvedores interessados em integrar o catálogo principal e o catálogo indie, desde que cumpram critérios rigorosos. A iniciativa visa ampliar a oferta de conteúdo e criar novas oportunidades de monetização, especialmente para estúdios independentes.
Esse movimento reflete uma mudança gradual na forma como os consumidores acessam jogos premium de realidade virtual, reduzindo a necessidade de compras individuais e aproximando o setor de modelos já consolidados no streaming de mídia e games.
O crescimento do Horizon+ pode transformar a economia da VR, favorecendo assinaturas em vez de vendas unitárias. Isso pode beneficiar usuários e estúdios, mas também gerar debates sobre dependência de plataformas e divisão de receitas.
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Os serviços de assinatura podem se tornar o principal modelo de negócios da realidade virtual?
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